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Saúde da Mulher

Dispareunia: fique alerta às dores durante a relação sexual

DispareuniaDra. ELis Nogueira

Sentir dor durante a relação sexual pode ser indício de causas físicas ou psicológicas. Neste post, eu apresento o tema e aponto algumas das possíveis causas e consequências da dispareunia. É importante que este assunto seja tratado também com seu médico, leve suas dúvidas para conversar durante a consulta e fique atenta aos sinais que cito neste post.

A dor na relação sexual também chamada de dispareunia pode ter muitas causas, fisiológicas ou psicológicas, muito comum no sexo feminino, mas pode ocorrer também no sexo masculino.

A dispareunia pode ocorrer antes, durante ou após o ato sexual, nem sempre indica algum problema de saúde, mas se for persistente, pode indicar sim.
A dor pode ser representada por ardência ou queimação vaginal, prurido ou coceira intensa, dor em pontada ou em peso na região profunda da pelve.

Os locais mais comuns da dor durante a relação são: na entrada da vagina; paredes vaginais; entrada da uretra e na pelve profunda.
Pode se manifestar apenas em algumas determinadas posições sexuais ou em algumas circunstâncias específicas; somente durante a penetração ou apenas na penetração profunda; ou quando o casal está usando preservativos.

Doenças que podem causar dor na relação sexual:
-Fissuras, na pele associada ou não a prurido, ou coceira, queimação comuns em Infecções, como a candidíase;

-Inflamações da vagina, por bactérias, fungos ou algum parasita;

-Infecções do trato urinário, como cistites;

-Ulcerações dolorosas na vulva como a Herpes genital;

-Sequela de dor por lesão ou trauma pós-parto;

-Endometriose;

-Sequela de acidente em região genital;

-Cirurgia pélvica ou vaginal prévia;

-Vaginismo, contrações involuntárias do músculo da vagina;

-Doença inflamatória pélvica, (geralmente causada pela Chlamydia);

-Miomas uterinos;

-Constipação intestinal crônica;

-Diarreias crônicas;

-Câncer genital ou pélvico;

Além da dor, existem outros sinais em que a mulher deve ficar atenta como a existência de lesões de pele do tipo ulcerações, fissuras ou verrugas na genitália, se existe a presença de odor vaginal forte durante a relação sexual ou após, se existe a presença de nódulos na região genital, corrimentos ou sangramento durante ou após a relação. Diante de algum desses sinais ela deve procurar o seu médico imediatamente.

Destaco, também, a importância do cuidado psicológico nessas situações. É normal que diante dessas complicações a mulher desenvolva uma repulsa a relação sexual. O que pode causar dor e constrangimento a sua autoestima, acarretando uma diminuição da sua libido ou desejo sexual pelo seu parceiro, motivada por dor ou vergonha e que pode causar um problema sério no relacionamento.

A influência dos hormônios

Problemas hormonais podem prejudicar a vida sexual da mulher, sim, pois pode causar uma diminuição da lubrificação vaginal, levando a dor durante o ato sexual. A fase do pós-parto e amamentação é muito comum que isso aconteça pela elevação do hormônio da amamentação que acaba diminuindo o desejo sexual. Causa, também, uma hipotrofia do epitélio de revestimento vaginal, deixando a vagina mais sensível a dor e com pouca lubrificação.

Outra alteração hormonal importante é a menopausa, ou climatério, que também causa uma diminuição dos hormônios femininos levando a uma diminuição do desejo sexual e da lubrificação vaginal nessa mulher. Ela também apresenta uma atrofia do epitélio vaginal, tornando-o mais sensível a dor e uma vagina com pouca elasticidade.
O uso de alguns medicamentos para ansiedade, depressão, emagrecimento e enxaquecas também podem levar a uma diminuição hormonal e provocar uma diminuição da excitação importantíssima para uma boa relação sexual.

Diante de alguns desses casos a mulher deve procurar seu ginecologista para discutir o seu problema, e poder tratá-lo de forma adequada. Seu médico poderá fazer dosagens hormonais, usar lubrificantes e hidratantes vaginais com ou sem hormônios. Suspender ou trocar alguma medicação que a paciente esteja usando e atrapalhando esse lado da sua vida, dependendo do caso pode até fazer uso de uma terapia de reposição hormonal.

Atenção e cuidado com a sua saúde

É importante que a mulher esteja sempre atenta ao seu corpo, e diante de qualquer alteração que ela procure seu médico.

Uma prática incentivada pelas mães, amigas e também por médicos ginecologistas e urologistas é urinar após o ato sexual. A prática é recomendável, pois ajuda a “fazer uma limpeza” no canal uretral diminuindo a chance de infecções urinárias.
Fazer visitas ao seu ginecologista e seus exames de rotina periodicamente também são muito importantes. O uso de preservativos em todas as relações sexuais é fundamental para evitar doenças sexualmente transmissíveis.

Por fim, ter hábitos de vida saudáveis e uma boa alimentação ajudam no bem estar corporal, sexual e emocional da mulher.

14 de março de 2025
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https://draelisnogueira.com.br/wp-content/uploads/sites/2/2019/11/Dispareunia.jpg 550 1300 Jessica https://draelisnogueira.com.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/12/logo-dra-elis-nogueira.png Jessica2025-03-14 17:35:132025-03-14 17:35:13Dispareunia: fique alerta às dores durante a relação sexual
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Para a Dra. Elis, a medicina é feita de detalhes. Além de conhecimentos aprofundados em Ginecologia e Obstetrícia, ela oferece cuidado e acolhimento, com atenção aos diferentes momentos de vida de cada paciente.

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Alguns tipos de corrimento merecem atenção e não d Alguns tipos de corrimento merecem atenção e não devem ser ignorados ⚠️. Mudanças na cor, no cheiro ou na quantidade, especialmente quando vêm acompanhadas de coceira, ardência, dor ou desconforto, podem indicar que algo não está bem. Nessas situações, é importante procurar avaliação ginecológica para identificar a causa e tratar de forma adequada.

Por outro lado, nem todo corrimento é sinal de problema 🌸. Em diferentes fases do ciclo menstrual, na ovulação ou durante a gestação, é comum observar um corrimento claro, sem odor e sem sintomas, que faz parte do funcionamento natural do corpo feminino. Conhecer o próprio corpo ajuda a perceber quando algo foge do habitual.

No dia a dia, especialmente nos períodos de calor, alguns cuidados simples ajudam a manter a saúde íntima: manter a região bem seca, evitar roupas muito apertadas, preferir calcinhas de algodão e evitar produtos perfumados na região genital. E um lembrete importante: nada de automedicação 🚫.

Cuidar da saúde íntima também é um gesto de carinho com você mesma 💗. Se notar algum desses sintomas, agende uma consulta.

👩🏻⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
CRM 98344 | RQE 57179

#saúdeíntima #ginecologia #saúdedamulher #corrimentovaginal #autocuidado #cuidadocomvocê #semautomedicação #verãoesaúde
O Carnaval pode ser um momento de alegria também n O Carnaval pode ser um momento de alegria também na gestação 🎭🤰, mas alguns cuidados são fundamentais para a segurança da mamãe e do bebê. Hidratação adequada, alimentação leve e segura, uso de roupas confortáveis e evitar exposição prolongada ao calor excessivo ajudam a prevenir mal-estar, desidratação e queda de pressão.

Ambientes muito cheios exigem atenção redobrada pelo risco de empurrões, quedas e infecções respiratórias, assim como algumas atividades de lazer e esportivas. O uso de repelente adequado para gestantes é importante na prevenção de doenças como dengue, zika e chikungunya. O consumo de bebida alcoólica não deve ser feito na gestação, e qualquer sintoma como dor abdominal, sangramento ou diminuição dos movimentos fetais deve ser motivo de avaliação médica. ⚕️

Cada gestação é única 🤰. Mulheres com placenta prévia, risco de parto prematuro, hipertensão, diabetes gestacional ou outras condições clínicas precisam de orientação individualizada antes de participarem de festas ou viagens. Priorize sua segurança e a do bebê. Se tiver dúvidas, leve esse tema para conversar na sua próxima consulta. 🤍

👩🏻⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
CRM 98344 | RQE 57179 

#gestante #gravidez #carnavalcomsegurança #prenatal #saudedamulher #obstetricia #cuidadosnagestacao #DraElisNogueira
Te convido a ler algumas matérias sobre o tema, co Te convido a ler algumas matérias sobre o tema, com as quais tive o prazer de contribuir.

Carnaval é tempo de alegria 🎭✨, mas também de responsabilidade. O uso do preservativo em todas as relações é a forma mais eficaz de prevenir ISTs como HIV, sífilis, gonorreia, clamídia e HPV. 💛👩🏻⚕️ Atenção aos sinais do seu corpo, nada de automedicação e cuidado com excessos de álcool. Prevenção e autocuidado fazem parte da festa. Aproveite com segurança e leve só boas lembranças!

Meus agradecimentos à @folhadevalinhos, ao @sitevirgula e ao @informecapixaba pela gentil oportunidade. 🤍

👩🏻⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
CRM 98344 | RQE 57179

#CarnavalComSaúde #Prevenção #ISTs #SaúdeSexual #Autocuidado #EducaçãoEmSaúde #InformaçãoDeQualidade #CuidadoEmSaúde #SaúdeDaMulher #BemEstarFeminino #GinecologistaEObstetra #DraElisNogueira #Conscientização #HIV #Sífilis #HPV #SiteVirgula #Informecapixaba #folhadevalinhos
Calorões que surgem de repente, noites mal dormida Calorões que surgem de repente, noites mal dormidas, cansaço ao acordar, alterações no humor e diminuição da libido são queixas frequentes no climatério e na menopausa, que podem surgir a partir dos 45 anos. 🌙🔥 

Essas mudanças acontecem principalmente pela queda progressiva dos níveis hormonais e podem impactar a qualidade de vida, o relacionamento e o bem-estar emocional. A boa notícia é que é possível, sim, tratar com segurança. 
A Terapia Hormonal da Menopausa (THM), quando bem indicada, é considerada uma das opções mais eficazes para o controle dos fogachos e da insônia, além de trazer benefícios para a saúde óssea e urogenital. Existem também alternativas não hormonais para mulheres que têm contraindicações ou preferem outras abordagens. A escolha do tratamento deve ser individualizada, após avaliação criteriosa dos riscos, benefícios e do momento de cada mulher. 💊📋

Além das medicações, ajustes no estilo de vida fazem parte do cuidado: atividade física regular, alimentação equilibrada, higiene do sono, manejo do estresse e atenção à saúde sexual. A baixa libido, por exemplo, pode ter múltiplas causas, incluindo as hormonais, emocionais e relacionais, e merece avaliação adequada. Pontos importantes que também devem ser considerados incluem saúde cardiovascular, risco de osteoporose, incontinência urinária de esforço e saúde mental. 

A menopausa não é doença, mas, em muitos casos pode exigir acompanhamento médico. Informação de qualidade e avaliação médica individualizada são fundamentais para decisões seguras e conscientes. Se esses sintomas têm impactado sua rotina, leve esse tema para conversar na sua próxima consulta. Cuidar de você também é uma prioridade.

👩🏻⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
CRM 98344 | RQE 57179

#menopausa #climaterio #saudedamulher #terapiahormonal #qualidadedevida #fogachos #insonia #libido #ginecologia #obstetricia #autocuidado #DraElisNogueira
Como todo tema, a infertilidade também é cercada d Como todo tema, a infertilidade também é cercada de alguma desinformação.

Mito: infertilidade é sempre um problema feminino. Fato: ela pode ter causas femininas, masculinas ou mistas e, em muitos casos, não há um único fator responsável. Outro mito é acreditar que engravidar naturalmente é garantido em qualquer idade. Fato: a fertilidade feminina diminui de forma progressiva, especialmente após os 35 anos, como amplamente reconhecido na medicina reprodutiva. ⚕️✨

🔬 Mito: quem já engravidou uma vez nunca terá infertilidade. Fato: condições adquiridas ao longo da vida, como endometriose, alterações hormonais, infecções, cirurgias ou mudanças no estilo de vida, podem impactar a fertilidade. O estresse isoladamente não causa infertilidade, mas pode interferir indiretamente no ciclo menstrual, na libido e na adesão ao tratamento.

📌 Pontos importantes que merecem atenção incluem a influência do estilo de vida (peso, tabagismo, álcool, sono), a avaliação do casal de forma conjunta, o impacto da idade masculina na qualidade seminal e a necessidade de acompanhamento precoce. Para mulheres com menos de 35 anos, a investigação deve ser feita após 12 meses de tentativas sem método contraceptivo; para mulheres com 35 anos ou mais, após 6 meses.

Informação de qualidade e avaliação e orientação médica individualizada são fundamentais para decisões seguras e conscientes 🤍

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Ginecologista e Obstetra 
CRM 98344 | RQE 57179

#infertilidade #mitosefatos #saudedamulher #saudereprodutiva #fertilidade #planejamentoreprodutivo #ginecologia #obstetricia #educacaomedica #autocuidado #DraElisNogueira
A escolha do método contraceptivo não é definitiva A escolha do método contraceptivo não é definitiva, pois ela precisa ser adequada às diferentes fases da vida da mulher. Mudanças na rotina, no relacionamento, no desejo reprodutivo ou nas condições de saúde são sinais importantes de que pode ser o momento de reavaliá-lo. ✨

A reavaliação é especialmente indicada em algumas situações, como, por exemplo, quando surgem efeitos colaterais persistentes, dificuldade de adesão ao método (como esquecimentos frequentes do uso), alterações no padrão menstrual ou após eventos como pós-parto, amamentação e transição para o climatério. O surgimento de novas condições clínicas ou o uso de medicamentos, como canetas emagrecedoras, alguns ansiolíticos e anticonvulsivantes, também pode alterar a segurança e a indicação do método. 🔄

Alguns pontos importantes merecem atenção e incluem a necessidade de proteção contra infecções sexualmente transmissíveis e a importância da dupla proteção, o impacto do método na qualidade de vida, no risco cardiovascular, na saúde óssea e nos planos reprodutivos de curto e longo prazo. Outro ponto importante a ser lembrado é que métodos de longa duração (SIU/DIU e implante) podem ser excelentes aliados, mas não substituem o acompanhamento ginecológico regular. 💡

Reavaliar o método contraceptivo não significa erro na escolha, e sim cuidado contínuo com a própria saúde e maior segurança para não engravidar. Com orientação médica adequada, é possível ajustar o método de forma segura e alinhada às suas preferências pessoais e ao seu momento de vida.

👩🏻⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
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#saudedamulher #contracepcao #planejamentofamiliar #metodoscontraceptivos #DIU #SIU #implante #anticoncepcional #ginecologia #obstetricia #autocuidado #saudefeminina #DraElisNogueira
O nosso bem-estar depende de cuidados ao longo do O nosso bem-estar depende de cuidados ao longo do tempo. Algumas mudanças surgem com o passar dos anos, com as oscilações hormonais e também após gestações e partos. Escapes de urina ao tossir, rir ou fazer esforço, ressecamento vaginal e dor na relação são queixas mais comuns do que muitas mulheres imaginam. 👩🏻⚕️💭

A saúde íntima feminina envolve o equilíbrio hormonal, a qualidade dos tecidos vaginais e o funcionamento adequado do assoalho pélvico. No climatério e na menopausa, a redução do estrogênio pode afetar a lubrificação, a elasticidade e o conforto vaginal, com reflexos no bem-estar e na vida sexual da mulher. ✨

Reconhecer os sinais do corpo e buscar avaliação ginecológica é sempre o primeiro passo. Hoje, existem diferentes possibilidades de tratamento, que podem ser combinadas conforme cada caso: fisioterapia do assoalho pélvico, terapias hormonais ou não hormonais, tratamentos com laser ou radiofrequência, medicamentos e, em situações específicas, abordagens cirúrgicas. A escolha depende de uma avaliação cuidadosa e individualizada. 👩🏻⚕️

Cuidar do seu bem-estar e da sua saúde íntima é um processo contínuo, que exige acompanhamento médico ao longo do tempo. Ajustes fazem parte desse caminho e ajudam a manter os resultados. Informação clara, acolhimento e orientação responsável fazem toda a diferença. Se você sente algum desses desconfortos, saiba que há caminhos seguros para cuidarmos de você. 🤍

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#draelisnogueira #ginecologistaeobstetra #saúdefeminina #vidaíntima #incontinênciaurinária #ressecamentovaginal #dornarelaçao #assoalhopélvico #fisioterapiapélvica #climatério #menopausa #bemestar #autocuidado #ginecologia #sexualidadefeminina
A gestação, muitas vezes, vem acompanhada de difer A gestação, muitas vezes, vem acompanhada de diferentes expectativas, emoções e dúvidas 💭🤍. Informação de qualidade, acolhimento e um pré-natal bem acompanhado, com atenção a todos os pequenos detalhes, ajudam a transformar tudo isso em confiança e segurança.

Cada gestação e cada parto são únicos, e o mais importante é que tudo aconteça com muita informação, respeito e cuidados com a mamãe e o bebê.

Vamos começar com esses cuidados? 🤍✨

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#draelisnogueira #ginecologistaeobstetra #préNatalComCuidado #gestaçãoComAmor #partoHumanizado
Engravidar e dar à luz após a menopausa é possível Engravidar e dar à luz após a menopausa é possível, mas não ocorre de forma natural, já que, com a menopausa, os ovários param de produzir óvulos. 💭🤍 Nesses casos, a gravidez depende de técnicas de reprodução assistida, sendo a fertilização in vitro com óvulos doados (ovodoação) o caminho mais utilizado. Outras possibilidades incluem o uso de óvulos criopreservados (congelados) antes da menopausa e, em situações específicas, a doação de embriões. 👩🏻⚕️✨

Os cuidados médicos nessas gestações precisam ser maiores, já que são consideradas de alto risco — como toda gestação de mulheres acima dos 35 anos ou que seja fruto de reprodução assistida. 🤰🤍 A mulher deve passar por uma avaliação médica criteriosa, com atenção especial à saúde cardiovascular, metabólica e ginecológica, para que a gestação aconteça da forma mais segura possível, tanto para a mãe quanto para o bebê.

A reprodução assistida após a menopausa envolve aspectos médicos, emocionais e éticos, que exigem conversas esclarecedoras e uma orientação especializada, para decisões conscientes e seguras. Informação clara, acolhimento e planejamento fazem toda a diferença nesse caminho.
Se este é o seu momento e, se desejarem, conte com o nosso conhecimento e experiência. 👩🏻⚕️🤍

Dra. Elis Nogueira
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Por outro lado, nem todo corrimento é sinal de problema 🌸. Em diferentes fases do ciclo menstrual, na ovulação ou durante a gestação, é comum observar um corrimento claro, sem odor e sem sintomas, que faz parte do funcionamento natural do corpo feminino. Conhecer o próprio corpo ajuda a perceber quando algo foge do habitual.

No dia a dia, especialmente nos períodos de calor, alguns cuidados simples ajudam a manter a saúde íntima: manter a região bem seca, evitar roupas muito apertadas, preferir calcinhas de algodão e evitar produtos perfumados na região genital. E um lembrete importante: nada de automedicação 🚫.

Cuidar da saúde íntima também é um gesto de carinho com você mesma 💗. Se notar algum desses sintomas, agende uma consulta.

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O Carnaval pode ser um momento de alegria também n O Carnaval pode ser um momento de alegria também na gestação 🎭🤰, mas alguns cuidados são fundamentais para a segurança da mamãe e do bebê. Hidratação adequada, alimentação leve e segura, uso de roupas confortáveis e evitar exposição prolongada ao calor excessivo ajudam a prevenir mal-estar, desidratação e queda de pressão.

Ambientes muito cheios exigem atenção redobrada pelo risco de empurrões, quedas e infecções respiratórias, assim como algumas atividades de lazer e esportivas. O uso de repelente adequado para gestantes é importante na prevenção de doenças como dengue, zika e chikungunya. O consumo de bebida alcoólica não deve ser feito na gestação, e qualquer sintoma como dor abdominal, sangramento ou diminuição dos movimentos fetais deve ser motivo de avaliação médica. ⚕️

Cada gestação é única 🤰. Mulheres com placenta prévia, risco de parto prematuro, hipertensão, diabetes gestacional ou outras condições clínicas precisam de orientação individualizada antes de participarem de festas ou viagens. Priorize sua segurança e a do bebê. Se tiver dúvidas, leve esse tema para conversar na sua próxima consulta. 🤍

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Carnaval é tempo de alegria 🎭✨, mas também de responsabilidade. O uso do preservativo em todas as relações é a forma mais eficaz de prevenir ISTs como HIV, sífilis, gonorreia, clamídia e HPV. 💛👩🏻⚕️ Atenção aos sinais do seu corpo, nada de automedicação e cuidado com excessos de álcool. Prevenção e autocuidado fazem parte da festa. Aproveite com segurança e leve só boas lembranças!

Meus agradecimentos à @folhadevalinhos, ao @sitevirgula e ao @informecapixaba pela gentil oportunidade. 🤍

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A Terapia Hormonal da Menopausa (THM), quando bem indicada, é considerada uma das opções mais eficazes para o controle dos fogachos e da insônia, além de trazer benefícios para a saúde óssea e urogenital. Existem também alternativas não hormonais para mulheres que têm contraindicações ou preferem outras abordagens. A escolha do tratamento deve ser individualizada, após avaliação criteriosa dos riscos, benefícios e do momento de cada mulher. 💊📋

Além das medicações, ajustes no estilo de vida fazem parte do cuidado: atividade física regular, alimentação equilibrada, higiene do sono, manejo do estresse e atenção à saúde sexual. A baixa libido, por exemplo, pode ter múltiplas causas, incluindo as hormonais, emocionais e relacionais, e merece avaliação adequada. Pontos importantes que também devem ser considerados incluem saúde cardiovascular, risco de osteoporose, incontinência urinária de esforço e saúde mental. 

A menopausa não é doença, mas, em muitos casos pode exigir acompanhamento médico. Informação de qualidade e avaliação médica individualizada são fundamentais para decisões seguras e conscientes. Se esses sintomas têm impactado sua rotina, leve esse tema para conversar na sua próxima consulta. Cuidar de você também é uma prioridade.

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Mito: infertilidade é sempre um problema feminino. Fato: ela pode ter causas femininas, masculinas ou mistas e, em muitos casos, não há um único fator responsável. Outro mito é acreditar que engravidar naturalmente é garantido em qualquer idade. Fato: a fertilidade feminina diminui de forma progressiva, especialmente após os 35 anos, como amplamente reconhecido na medicina reprodutiva. ⚕️✨

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📌 Pontos importantes que merecem atenção incluem a influência do estilo de vida (peso, tabagismo, álcool, sono), a avaliação do casal de forma conjunta, o impacto da idade masculina na qualidade seminal e a necessidade de acompanhamento precoce. Para mulheres com menos de 35 anos, a investigação deve ser feita após 12 meses de tentativas sem método contraceptivo; para mulheres com 35 anos ou mais, após 6 meses.

Informação de qualidade e avaliação e orientação médica individualizada são fundamentais para decisões seguras e conscientes 🤍

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#infertilidade #mitosefatos #saudedamulher #saudereprodutiva #fertilidade #planejamentoreprodutivo #ginecologia #obstetricia #educacaomedica #autocuidado #DraElisNogueira
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A reavaliação é especialmente indicada em algumas situações, como, por exemplo, quando surgem efeitos colaterais persistentes, dificuldade de adesão ao método (como esquecimentos frequentes do uso), alterações no padrão menstrual ou após eventos como pós-parto, amamentação e transição para o climatério. O surgimento de novas condições clínicas ou o uso de medicamentos, como canetas emagrecedoras, alguns ansiolíticos e anticonvulsivantes, também pode alterar a segurança e a indicação do método. 🔄

Alguns pontos importantes merecem atenção e incluem a necessidade de proteção contra infecções sexualmente transmissíveis e a importância da dupla proteção, o impacto do método na qualidade de vida, no risco cardiovascular, na saúde óssea e nos planos reprodutivos de curto e longo prazo. Outro ponto importante a ser lembrado é que métodos de longa duração (SIU/DIU e implante) podem ser excelentes aliados, mas não substituem o acompanhamento ginecológico regular. 💡

Reavaliar o método contraceptivo não significa erro na escolha, e sim cuidado contínuo com a própria saúde e maior segurança para não engravidar. Com orientação médica adequada, é possível ajustar o método de forma segura e alinhada às suas preferências pessoais e ao seu momento de vida.

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O nosso bem-estar depende de cuidados ao longo do O nosso bem-estar depende de cuidados ao longo do tempo. Algumas mudanças surgem com o passar dos anos, com as oscilações hormonais e também após gestações e partos. Escapes de urina ao tossir, rir ou fazer esforço, ressecamento vaginal e dor na relação são queixas mais comuns do que muitas mulheres imaginam. 👩🏻⚕️💭

A saúde íntima feminina envolve o equilíbrio hormonal, a qualidade dos tecidos vaginais e o funcionamento adequado do assoalho pélvico. No climatério e na menopausa, a redução do estrogênio pode afetar a lubrificação, a elasticidade e o conforto vaginal, com reflexos no bem-estar e na vida sexual da mulher. ✨

Reconhecer os sinais do corpo e buscar avaliação ginecológica é sempre o primeiro passo. Hoje, existem diferentes possibilidades de tratamento, que podem ser combinadas conforme cada caso: fisioterapia do assoalho pélvico, terapias hormonais ou não hormonais, tratamentos com laser ou radiofrequência, medicamentos e, em situações específicas, abordagens cirúrgicas. A escolha depende de uma avaliação cuidadosa e individualizada. 👩🏻⚕️

Cuidar do seu bem-estar e da sua saúde íntima é um processo contínuo, que exige acompanhamento médico ao longo do tempo. Ajustes fazem parte desse caminho e ajudam a manter os resultados. Informação clara, acolhimento e orientação responsável fazem toda a diferença. Se você sente algum desses desconfortos, saiba que há caminhos seguros para cuidarmos de você. 🤍

👩🏻⚕️Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
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A gestação, muitas vezes, vem acompanhada de difer A gestação, muitas vezes, vem acompanhada de diferentes expectativas, emoções e dúvidas 💭🤍. Informação de qualidade, acolhimento e um pré-natal bem acompanhado, com atenção a todos os pequenos detalhes, ajudam a transformar tudo isso em confiança e segurança.

Cada gestação e cada parto são únicos, e o mais importante é que tudo aconteça com muita informação, respeito e cuidados com a mamãe e o bebê.

Vamos começar com esses cuidados? 🤍✨

👩🏻⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
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Engravidar e dar à luz após a menopausa é possível Engravidar e dar à luz após a menopausa é possível, mas não ocorre de forma natural, já que, com a menopausa, os ovários param de produzir óvulos. 💭🤍 Nesses casos, a gravidez depende de técnicas de reprodução assistida, sendo a fertilização in vitro com óvulos doados (ovodoação) o caminho mais utilizado. Outras possibilidades incluem o uso de óvulos criopreservados (congelados) antes da menopausa e, em situações específicas, a doação de embriões. 👩🏻⚕️✨

Os cuidados médicos nessas gestações precisam ser maiores, já que são consideradas de alto risco — como toda gestação de mulheres acima dos 35 anos ou que seja fruto de reprodução assistida. 🤰🤍 A mulher deve passar por uma avaliação médica criteriosa, com atenção especial à saúde cardiovascular, metabólica e ginecológica, para que a gestação aconteça da forma mais segura possível, tanto para a mãe quanto para o bebê.

A reprodução assistida após a menopausa envolve aspectos médicos, emocionais e éticos, que exigem conversas esclarecedoras e uma orientação especializada, para decisões conscientes e seguras. Informação clara, acolhimento e planejamento fazem toda a diferença nesse caminho.
Se este é o seu momento e, se desejarem, conte com o nosso conhecimento e experiência. 👩🏻⚕️🤍

Dra. Elis Nogueira
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