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Saúde da Mulher

Dispareunia: fique alerta às dores durante a relação sexual

DispareuniaDra. ELis Nogueira

Sentir dor durante a relação sexual pode ser indício de causas físicas ou psicológicas. Neste post, eu apresento o tema e aponto algumas das possíveis causas e consequências da dispareunia. É importante que este assunto seja tratado também com seu médico, leve suas dúvidas para conversar durante a consulta e fique atenta aos sinais que cito neste post.

A dor na relação sexual também chamada de dispareunia pode ter muitas causas, fisiológicas ou psicológicas, muito comum no sexo feminino, mas pode ocorrer também no sexo masculino.

A dispareunia pode ocorrer antes, durante ou após o ato sexual, nem sempre indica algum problema de saúde, mas se for persistente, pode indicar sim.
A dor pode ser representada por ardência ou queimação vaginal, prurido ou coceira intensa, dor em pontada ou em peso na região profunda da pelve.

Os locais mais comuns da dor durante a relação são: na entrada da vagina; paredes vaginais; entrada da uretra e na pelve profunda.
Pode se manifestar apenas em algumas determinadas posições sexuais ou em algumas circunstâncias específicas; somente durante a penetração ou apenas na penetração profunda; ou quando o casal está usando preservativos.

Doenças que podem causar dor na relação sexual:
-Fissuras, na pele associada ou não a prurido, ou coceira, queimação comuns em Infecções, como a candidíase;

-Inflamações da vagina, por bactérias, fungos ou algum parasita;

-Infecções do trato urinário, como cistites;

-Ulcerações dolorosas na vulva como a Herpes genital;

-Sequela de dor por lesão ou trauma pós-parto;

-Endometriose;

-Sequela de acidente em região genital;

-Cirurgia pélvica ou vaginal prévia;

-Vaginismo, contrações involuntárias do músculo da vagina;

-Doença inflamatória pélvica, (geralmente causada pela Chlamydia);

-Miomas uterinos;

-Constipação intestinal crônica;

-Diarreias crônicas;

-Câncer genital ou pélvico;

Além da dor, existem outros sinais em que a mulher deve ficar atenta como a existência de lesões de pele do tipo ulcerações, fissuras ou verrugas na genitália, se existe a presença de odor vaginal forte durante a relação sexual ou após, se existe a presença de nódulos na região genital, corrimentos ou sangramento durante ou após a relação. Diante de algum desses sinais ela deve procurar o seu médico imediatamente.

Destaco, também, a importância do cuidado psicológico nessas situações. É normal que diante dessas complicações a mulher desenvolva uma repulsa a relação sexual. O que pode causar dor e constrangimento a sua autoestima, acarretando uma diminuição da sua libido ou desejo sexual pelo seu parceiro, motivada por dor ou vergonha e que pode causar um problema sério no relacionamento.

A influência dos hormônios

Problemas hormonais podem prejudicar a vida sexual da mulher, sim, pois pode causar uma diminuição da lubrificação vaginal, levando a dor durante o ato sexual. A fase do pós-parto e amamentação é muito comum que isso aconteça pela elevação do hormônio da amamentação que acaba diminuindo o desejo sexual. Causa, também, uma hipotrofia do epitélio de revestimento vaginal, deixando a vagina mais sensível a dor e com pouca lubrificação.

Outra alteração hormonal importante é a menopausa, ou climatério, que também causa uma diminuição dos hormônios femininos levando a uma diminuição do desejo sexual e da lubrificação vaginal nessa mulher. Ela também apresenta uma atrofia do epitélio vaginal, tornando-o mais sensível a dor e uma vagina com pouca elasticidade.
O uso de alguns medicamentos para ansiedade, depressão, emagrecimento e enxaquecas também podem levar a uma diminuição hormonal e provocar uma diminuição da excitação importantíssima para uma boa relação sexual.

Diante de alguns desses casos a mulher deve procurar seu ginecologista para discutir o seu problema, e poder tratá-lo de forma adequada. Seu médico poderá fazer dosagens hormonais, usar lubrificantes e hidratantes vaginais com ou sem hormônios. Suspender ou trocar alguma medicação que a paciente esteja usando e atrapalhando esse lado da sua vida, dependendo do caso pode até fazer uso de uma terapia de reposição hormonal.

Atenção e cuidado com a sua saúde

É importante que a mulher esteja sempre atenta ao seu corpo, e diante de qualquer alteração que ela procure seu médico.

Uma prática incentivada pelas mães, amigas e também por médicos ginecologistas e urologistas é urinar após o ato sexual. A prática é recomendável, pois ajuda a “fazer uma limpeza” no canal uretral diminuindo a chance de infecções urinárias.
Fazer visitas ao seu ginecologista e seus exames de rotina periodicamente também são muito importantes. O uso de preservativos em todas as relações sexuais é fundamental para evitar doenças sexualmente transmissíveis.

Por fim, ter hábitos de vida saudáveis e uma boa alimentação ajudam no bem estar corporal, sexual e emocional da mulher.

14 de março de 2025
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https://draelisnogueira.com.br/wp-content/uploads/sites/2/2019/11/Dispareunia.jpg 550 1300 Jessica https://draelisnogueira.com.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/12/logo-dra-elis-nogueira.png Jessica2025-03-14 17:35:132025-03-14 17:35:13Dispareunia: fique alerta às dores durante a relação sexual
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  • MarcosÓtimo trabalho! Após perder muito tempo na internet encontrei...4 de janeiro de 2021 - 11:01 por Marcos

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Para a Dra. Elis, a medicina é feita de detalhes. Além de conhecimentos aprofundados em Ginecologia e Obstetrícia, ela oferece cuidado e acolhimento, com atenção aos diferentes momentos de vida de cada paciente.

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💜 O implante contraceptivo de etonogestrel (Implan 💜 O implante contraceptivo de etonogestrel (Implanon NXT®) pode ser uma boa opção para mulheres que desejam um método de longa duração, alta eficácia e que não dependa da lembrança diária. Por liberar etonogestrel, um progestagênio, ele pode ser uma opção inclusive para mulheres que não podem ou não desejam utilizar métodos com estrogênio.

🌷 Mas não existe um método contraceptivo ideal para todas. Antes da opção pelo implante, é importante uma avaliação do histórico de saúde, de outros medicamentos em uso e do desejo reprodutivo e, principalmente, conversar sobre as possíveis mudanças no padrão de sangramento, que podem variar bastante de mulher para mulher. A escolha deve levar em conta não apenas a eficácia, mas também o que faz sentido para cada mulher.

🌿 Se você está pensando em usar o implante, podemos conversar a respeito em sua próxima consulta, para entender se o implante contraceptivo é uma boa opção para você e quais são as expectativas em relação ao método. A decisão quanto ao método contraceptivo deve ser feita com base nas informações disponíveis e de forma compartilhada, respeitando suas necessidades e preferências.

👩🏻‍⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
CRM 98.344 | RQE 57.179 

#DraElisNogueira #ImplanteContraceptivo #Anticoncepcao #Implanon #Ginecologia
Acordar várias vezes durante a noite por causa das Acordar várias vezes durante a noite por causa das ondas de calor e suor (fogachos) pode deixar o sono fragmentado e trazer cansaço, indisposição e dificuldade para enfrentar o dia. Na transição até a menopausa e em fases do climatério, as ondas de calor e os sintomas noturnos são comuns e podem afetar bastante a qualidade do sono. Mas nem toda insônia nessa fase é causada pelo climatério, e por isso é importante entender o que está acontecendo.

💜 Quando os calorões são frequentes e atrapalham o sono, existem tratamentos que podem ajudar. A terapia hormonal muitas vezes é a opção mais eficaz para os sintomas vasomotores, quando indicada, mas existem também alternativas não hormonais para mulheres que não podem ou não desejam fazer terapia hormonal. A escolha depende dos sintomas, da fase do climatério, do histórico de saúde e dos riscos e benefícios de cada tratamento para cada mulher.

💛 Se você está acordando durante a noite por causa dos calorões, não precisa simplesmente se acostumar com isso. Uma avaliação ginecológica pode ajudar a identificar a causa da insônia e conversar sobre as possibilidades de tratamento para melhorar o sono e a qualidade de vida.

👩🏻‍⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
CRM 98.344 | RQE 57.179

#DraElisNogueira #Menopausa #Climatério #Insônia #Fogachos
🌷 Engravidar depois dos 35 anos não significa que 🌷 Engravidar depois dos 35 anos não significa que a gestação terá complicações. Mas a idade é um dos fatores que devem ser considerados, porque alguns riscos aumentam gradualmente ao longo dos anos, como diabetes gestacional, pressão alta e alterações cromossômicas. Esse aumento não acontece de forma repentina aos 35 anos; os riscos aumentam gradualmente com a idade e são ainda mais relevantes a partir dos 40.

💜 O que muda, então?
O planejamento e o acompanhamento merecem uma atenção maior a alguns aspectos. Antes de tentar engravidar, é importante avaliar as condições de saúde, os medicamentos em uso, as vacinas, os hábitos de vida e o histórico ginecológico e obstétrico. Durante a gestação, o pré-natal permite avaliar esses riscos de acordo com a idade e as condições de saúde de cada mulher e conversar sobre as opções de rastreamento de alterações cromossômicas, definindo os exames de acordo com cada caso.

💛 Se você tem 35 anos ou mais e deseja engravidar, a idade deve ser considerada no planejamento, mas não significa, por si só, que a gestação terá complicações. Cada mulher tem um histórico de saúde e fatores que precisam ser avaliados individualmente. Se você está pensando em engravidar, é importante conversar com sua ginecologista e obstetra antes de iniciar as tentativas.

👩🏻‍⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
CRM 98.344 | RQE 57.179 

#DraElisNogueira #GravidezApósOs35 #PlanejamentoReprodutivo #Gestação #PréNatal
🌷 Pequenos lábios maiores, assimétricos ou mais es 🌷 Pequenos lábios maiores, assimétricos ou mais escurecidos podem fazer parte da variação normal da anatomia da vulva. Mas, quando alguma característica da região íntima incomoda, causa atrito com a roupa, desconforto durante atividades físicas ou relações sexuais, ou afeta a autoestima, vale conversar sobre isso em consulta. O mais importante é entender o que está causando o incômodo.

💜 A avaliação precisa ser individualizada e, dependendo da queixa e do exame clínico, podem ser indicadas orientações e cuidados específicos para reduzir o desconforto. Em alguns casos, pode ser considerada uma ninfoplastia, também chamada labioplastia. Quando um procedimento é considerado, é fundamental que a mulher tenha clareza sobre as expectativas, os benefícios, as limitações e os possíveis riscos.

💛 Se algo na aparência ou na anatomia da sua região íntima te incomoda, agende uma consulta ginecológica para entender quais são as opções para o seu caso. Qualquer decisão sobre procedimento, com laser ou não, deve ser individualizada e tomada após uma avaliação médica cuidadosa.

👩🏻‍⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
CRM 98.344 | RQE 57.179

#DraElisNogueira #SaúdeÍntima #Ninfoplastia #LaserÍntimo #Ginecologia
💬 Algumas mudanças podem causar frustração e inter 💬 Algumas mudanças podem causar frustração e interferir na forma como a mulher vive a sua sexualidade. Entre elas, a diminuição do desejo sexual, a dificuldade para se excitar ou chegar ao orgasmo, ressecamento vaginal, dor ou o desconforto durante a relação podem ocorrer em diferentes fases da vida.

🌿 Nem sempre existe uma causa única. Alterações hormonais, especialmente durante o climatério e após a menopausa, endometriose, doenças ginecológicas, alterações do assoalho pélvico, alguns medicamentos e questões emocionais ou de relacionamento podem interferir na vida sexual. Saber quando a queixa começou, o que mudou e se existem outros sintomas ajuda a direcionar a avaliação de cada caso.

🤍 Não existe um padrão de desejo, frequência ou satisfação sexual que sirva para todas as mulheres. O mais importante é perceber quando alguma mudança está causando desconforto, sofrimento ou prejudicando a qualidade de vida. Nesses casos, conversar sobre o assunto em consulta pode ser o primeiro passo para entender o que pode estar acontecendo e avaliar os cuidados necessários.

👩🏻‍⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
CRM 98.344 | RQE 57.179

#DraElisNogueira #SaúdeSexual #SaúdeDaMulher #Sexualidade #Ginecologia
✨ Por que precisamos falar sobre o futuro da obste ✨ Por que precisamos falar sobre o futuro da obstetrícia no Brasil:

A assistência ao parto exige dedicação, preparo, sensibilidade e, acima de tudo, autonomia técnica para tomar decisões diante de situações que podem mudar rapidamente. Quem vivencia a rotina de um centro obstétrico sabe que a evolução clínica da gestante ou do bebê pode exigir uma mudança rápida de conduta e, em algumas situações, uma decisão imediata.

É nesse contexto que o atual debate na Câmara dos Deputados sobre o PL 2.373/2023 merece atenção. O Conselho Federal de Medicina (CFM) alerta que o texto atual, ao utilizar conceitos que podem ser interpretados de forma subjetiva, pode gerar insegurança jurídica e abrir margem para a criminalização de condutas médicas, inclusive em situações de emergência.

⚕️ A obstetrícia já é uma especialidade de grande responsabilidade e exige disponibilidade, preparo e dedicação integrais. Um cenário de maior insegurança jurídica pode afastar médicos da prática da obstetrícia e desestimular novas gerações de estudantes a escolherem a especialidade. O risco é termos, no futuro, menor disponibilidade de profissionais qualificados para cuidar das gestantes e de seus bebês.

🤰 Proteger a obstetrícia é também proteger a segurança da mãe e do bebê. Como médica ginecologista e obstetra, considero importante esse alerta do CFM e defendo que decisões técnicas tomadas diante de situações clínicas complexas sejam avaliadas dentro do contexto em que foram tomadas, sempre observando a ética médica, as melhores práticas e as recomendações científicas.

Esta não é uma questão partidária. É uma discussão sobre a segurança da assistência obstétrica. Leia o alerta do CFM na íntegra em seu portal. Se desejar, acompanhe a tramitação do projeto e manifeste sua opinião como cidadã ou cidadão diretamente aos parlamentares, por meio dos canais oficiais disponibilizados pela Câmara dos Deputados.

Compartilhe.

👩🏻‍⚕️ Dra. Elis Nogueira de Fávero
Ginecologista e Obstetra
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#DraElisNogueira #Obstetricia #PartoHumanizado #PartoSeguro #PréNatal
✨ Antes de pensar numa FIV, é importante entender ✨ Antes de pensar numa FIV, é importante entender o que pode estar dificultando a gravidez. Idade, ovulação, útero, tubas uterinas, fatores relacionados ao sêmen e a história clínica e reprodutiva fazem parte dessa avaliação. A partir dessas informações, é possível entender quais caminhos podem ser considerados.

🔬 Os exames também variam de acordo com cada caso. Ultrassom, avaliação das tubas uterinas, exames relacionados à reserva ovariana e espermograma podem fazer parte da investigação, mas nem todos são necessários para todas as mulheres e casais. A reserva ovariana, por exemplo, pode ajudar no planejamento de um tratamento, mas não determina sozinha a capacidade de engravidar.

🌿 Em algumas situações, existem outras opções antes da FIV. Em outras, principalmente quando há determinados fatores relacionados à idade ou à fertilidade, a fertilização in vitro pode ser a opção mais indicada. Por isso, mais importante do que começar um tratamento é entender o que está acontecendo e qual é o caminho mais adequado para cada caso.

🤍 Se você tem menos de 35 anos e está tentando engravidar há mais de 12 meses, ou tem 35 anos ou mais e já está tentando há mais de 6 meses, agende uma consulta para conversarmos sobre a sua fertilidade.

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#DraElisNogueira #FIV #Fertilidade #ReproduçãoAssistida #Infertilidade
🌸 Os cânceres ginecológicos podem surgir em difere 🌸 Os cânceres ginecológicos podem surgir em diferentes fases da vida e nem sempre dão sinais no início. Entre eles estão os de vulva, vagina, colo do útero, endométrio e ovário. Conhecer os principais cuidados e ficar atenta a mudanças no próprio corpo pode ajudar a identificar alterações que precisam de avaliação.

💜 O que se deve fazer? A vacinação contra o HPV e o rastreamento do câncer do colo do útero são importantes para a prevenção e a detecção precoce. Para os outros cânceres ginecológicos, é importante conhecer os fatores de risco, como histórico familiar, e observar sinais que não são habituais. Sangramento fora do período menstrual ou após a menopausa, dor pélvica persistente, alterações na vulva ou na vagina e sintomas urinários ou intestinais que permanecem devem ser avaliados.

💛 Não fumar, evitar o consumo de álcool, manter uma alimentação equilibrada e praticar atividade física regularmente fazem parte dos cuidados com a saúde. E, se alguma coisa mudou e está persistindo, converse com sua ginecologista ou seu ginecologista para avaliar se é necessário investigar. Quando um câncer é identificado em fase inicial, as chances de sucesso no tratamento costumam ser maiores.

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#DraElisNogueira #SetembroEmFlor #SaúdeDaMulher #Prevenção #Ginecologia
🌷 Sentir dor fora do período menstrual pode ocorre 🌷 Sentir dor fora do período menstrual pode ocorrer, mas ela não deve ser ignorada quando for intensa, frequente ou persistente, ou quando interfere na sua rotina. A dor pode estar relacionada à ovulação, mas também pode ter outras causas, como endometriose, adenomiose, miomas, cistos ovarianos, alterações urinárias ou intestinais e problemas musculares.

🤍 Observe quando a dor aparece, quanto tempo dura, onde está localizada e se vem acompanhada de outros sintomas como dor durante a relação sexual, alterações intestinais ou urinárias, sangramento fora do período menstrual ou dificuldade para engravidar. Esses detalhes são importantes para se entender melhor a dor e investigar sua causa.

💛 Se você sente dores que se repetem fora do período menstrual, e principalmente se estão ficando mais frequentes ou intensas, é importante falar sobre isso em uma consulta ginecológica. Dores não precisam fazer parte da sua rotina. Uma avaliação adequada pode ajudar a entender o que está acontecendo e definir os cuidados necessários.

👩🏻‍⚕️ Dra. Elis Nogueira
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#DraElisNogueira #SaúdeDaMulher #DorPélvica #Endometriose #Ginecologia
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🌷 Mas não existe um método contraceptivo ideal para todas. Antes da opção pelo implante, é importante uma avaliação do histórico de saúde, de outros medicamentos em uso e do desejo reprodutivo e, principalmente, conversar sobre as possíveis mudanças no padrão de sangramento, que podem variar bastante de mulher para mulher. A escolha deve levar em conta não apenas a eficácia, mas também o que faz sentido para cada mulher.

🌿 Se você está pensando em usar o implante, podemos conversar a respeito em sua próxima consulta, para entender se o implante contraceptivo é uma boa opção para você e quais são as expectativas em relação ao método. A decisão quanto ao método contraceptivo deve ser feita com base nas informações disponíveis e de forma compartilhada, respeitando suas necessidades e preferências.

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Acordar várias vezes durante a noite por causa das Acordar várias vezes durante a noite por causa das ondas de calor e suor (fogachos) pode deixar o sono fragmentado e trazer cansaço, indisposição e dificuldade para enfrentar o dia. Na transição até a menopausa e em fases do climatério, as ondas de calor e os sintomas noturnos são comuns e podem afetar bastante a qualidade do sono. Mas nem toda insônia nessa fase é causada pelo climatério, e por isso é importante entender o que está acontecendo.

💜 Quando os calorões são frequentes e atrapalham o sono, existem tratamentos que podem ajudar. A terapia hormonal muitas vezes é a opção mais eficaz para os sintomas vasomotores, quando indicada, mas existem também alternativas não hormonais para mulheres que não podem ou não desejam fazer terapia hormonal. A escolha depende dos sintomas, da fase do climatério, do histórico de saúde e dos riscos e benefícios de cada tratamento para cada mulher.

💛 Se você está acordando durante a noite por causa dos calorões, não precisa simplesmente se acostumar com isso. Uma avaliação ginecológica pode ajudar a identificar a causa da insônia e conversar sobre as possibilidades de tratamento para melhorar o sono e a qualidade de vida.

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🌷 Engravidar depois dos 35 anos não significa que 🌷 Engravidar depois dos 35 anos não significa que a gestação terá complicações. Mas a idade é um dos fatores que devem ser considerados, porque alguns riscos aumentam gradualmente ao longo dos anos, como diabetes gestacional, pressão alta e alterações cromossômicas. Esse aumento não acontece de forma repentina aos 35 anos; os riscos aumentam gradualmente com a idade e são ainda mais relevantes a partir dos 40.

💜 O que muda, então?
O planejamento e o acompanhamento merecem uma atenção maior a alguns aspectos. Antes de tentar engravidar, é importante avaliar as condições de saúde, os medicamentos em uso, as vacinas, os hábitos de vida e o histórico ginecológico e obstétrico. Durante a gestação, o pré-natal permite avaliar esses riscos de acordo com a idade e as condições de saúde de cada mulher e conversar sobre as opções de rastreamento de alterações cromossômicas, definindo os exames de acordo com cada caso.

💛 Se você tem 35 anos ou mais e deseja engravidar, a idade deve ser considerada no planejamento, mas não significa, por si só, que a gestação terá complicações. Cada mulher tem um histórico de saúde e fatores que precisam ser avaliados individualmente. Se você está pensando em engravidar, é importante conversar com sua ginecologista e obstetra antes de iniciar as tentativas.

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🌷 Pequenos lábios maiores, assimétricos ou mais es 🌷 Pequenos lábios maiores, assimétricos ou mais escurecidos podem fazer parte da variação normal da anatomia da vulva. Mas, quando alguma característica da região íntima incomoda, causa atrito com a roupa, desconforto durante atividades físicas ou relações sexuais, ou afeta a autoestima, vale conversar sobre isso em consulta. O mais importante é entender o que está causando o incômodo.

💜 A avaliação precisa ser individualizada e, dependendo da queixa e do exame clínico, podem ser indicadas orientações e cuidados específicos para reduzir o desconforto. Em alguns casos, pode ser considerada uma ninfoplastia, também chamada labioplastia. Quando um procedimento é considerado, é fundamental que a mulher tenha clareza sobre as expectativas, os benefícios, as limitações e os possíveis riscos.

💛 Se algo na aparência ou na anatomia da sua região íntima te incomoda, agende uma consulta ginecológica para entender quais são as opções para o seu caso. Qualquer decisão sobre procedimento, com laser ou não, deve ser individualizada e tomada após uma avaliação médica cuidadosa.

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🌿 Nem sempre existe uma causa única. Alterações hormonais, especialmente durante o climatério e após a menopausa, endometriose, doenças ginecológicas, alterações do assoalho pélvico, alguns medicamentos e questões emocionais ou de relacionamento podem interferir na vida sexual. Saber quando a queixa começou, o que mudou e se existem outros sintomas ajuda a direcionar a avaliação de cada caso.

🤍 Não existe um padrão de desejo, frequência ou satisfação sexual que sirva para todas as mulheres. O mais importante é perceber quando alguma mudança está causando desconforto, sofrimento ou prejudicando a qualidade de vida. Nesses casos, conversar sobre o assunto em consulta pode ser o primeiro passo para entender o que pode estar acontecendo e avaliar os cuidados necessários.

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✨ Por que precisamos falar sobre o futuro da obste ✨ Por que precisamos falar sobre o futuro da obstetrícia no Brasil:

A assistência ao parto exige dedicação, preparo, sensibilidade e, acima de tudo, autonomia técnica para tomar decisões diante de situações que podem mudar rapidamente. Quem vivencia a rotina de um centro obstétrico sabe que a evolução clínica da gestante ou do bebê pode exigir uma mudança rápida de conduta e, em algumas situações, uma decisão imediata.

É nesse contexto que o atual debate na Câmara dos Deputados sobre o PL 2.373/2023 merece atenção. O Conselho Federal de Medicina (CFM) alerta que o texto atual, ao utilizar conceitos que podem ser interpretados de forma subjetiva, pode gerar insegurança jurídica e abrir margem para a criminalização de condutas médicas, inclusive em situações de emergência.

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🤰 Proteger a obstetrícia é também proteger a segurança da mãe e do bebê. Como médica ginecologista e obstetra, considero importante esse alerta do CFM e defendo que decisões técnicas tomadas diante de situações clínicas complexas sejam avaliadas dentro do contexto em que foram tomadas, sempre observando a ética médica, as melhores práticas e as recomendações científicas.

Esta não é uma questão partidária. É uma discussão sobre a segurança da assistência obstétrica. Leia o alerta do CFM na íntegra em seu portal. Se desejar, acompanhe a tramitação do projeto e manifeste sua opinião como cidadã ou cidadão diretamente aos parlamentares, por meio dos canais oficiais disponibilizados pela Câmara dos Deputados.

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🔬 Os exames também variam de acordo com cada caso. Ultrassom, avaliação das tubas uterinas, exames relacionados à reserva ovariana e espermograma podem fazer parte da investigação, mas nem todos são necessários para todas as mulheres e casais. A reserva ovariana, por exemplo, pode ajudar no planejamento de um tratamento, mas não determina sozinha a capacidade de engravidar.

🌿 Em algumas situações, existem outras opções antes da FIV. Em outras, principalmente quando há determinados fatores relacionados à idade ou à fertilidade, a fertilização in vitro pode ser a opção mais indicada. Por isso, mais importante do que começar um tratamento é entender o que está acontecendo e qual é o caminho mais adequado para cada caso.

🤍 Se você tem menos de 35 anos e está tentando engravidar há mais de 12 meses, ou tem 35 anos ou mais e já está tentando há mais de 6 meses, agende uma consulta para conversarmos sobre a sua fertilidade.

👩🏻‍⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
CRM 98.344 | RQE 57.179 

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🌸 Os cânceres ginecológicos podem surgir em difere 🌸 Os cânceres ginecológicos podem surgir em diferentes fases da vida e nem sempre dão sinais no início. Entre eles estão os de vulva, vagina, colo do útero, endométrio e ovário. Conhecer os principais cuidados e ficar atenta a mudanças no próprio corpo pode ajudar a identificar alterações que precisam de avaliação.

💜 O que se deve fazer? A vacinação contra o HPV e o rastreamento do câncer do colo do útero são importantes para a prevenção e a detecção precoce. Para os outros cânceres ginecológicos, é importante conhecer os fatores de risco, como histórico familiar, e observar sinais que não são habituais. Sangramento fora do período menstrual ou após a menopausa, dor pélvica persistente, alterações na vulva ou na vagina e sintomas urinários ou intestinais que permanecem devem ser avaliados.

💛 Não fumar, evitar o consumo de álcool, manter uma alimentação equilibrada e praticar atividade física regularmente fazem parte dos cuidados com a saúde. E, se alguma coisa mudou e está persistindo, converse com sua ginecologista ou seu ginecologista para avaliar se é necessário investigar. Quando um câncer é identificado em fase inicial, as chances de sucesso no tratamento costumam ser maiores.

👩🏻‍⚕️ Dra. Elis Nogueira
Ginecologista e Obstetra
CRM 98.344 | RQE 57.179

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🌷 Sentir dor fora do período menstrual pode ocorre 🌷 Sentir dor fora do período menstrual pode ocorrer, mas ela não deve ser ignorada quando for intensa, frequente ou persistente, ou quando interfere na sua rotina. A dor pode estar relacionada à ovulação, mas também pode ter outras causas, como endometriose, adenomiose, miomas, cistos ovarianos, alterações urinárias ou intestinais e problemas musculares.

🤍 Observe quando a dor aparece, quanto tempo dura, onde está localizada e se vem acompanhada de outros sintomas como dor durante a relação sexual, alterações intestinais ou urinárias, sangramento fora do período menstrual ou dificuldade para engravidar. Esses detalhes são importantes para se entender melhor a dor e investigar sua causa.

💛 Se você sente dores que se repetem fora do período menstrual, e principalmente se estão ficando mais frequentes ou intensas, é importante falar sobre isso em uma consulta ginecológica. Dores não precisam fazer parte da sua rotina. Uma avaliação adequada pode ajudar a entender o que está acontecendo e definir os cuidados necessários.

👩🏻‍⚕️ Dra. Elis Nogueira
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